50 anos da morte de Juscelino Kubitschek, o JK
Há exatamente 50 anos atrás chegava ao fim a vida de um dos políticos mais importantes do país.
Juscelino Kubitschek, ex-presidente da República que dirigiu o país entre 1956 e 1961 modernizando o Brasil com um governo voltado para o desenvolvimento econômico e social e que tinha como slogan 50 anos em 5 acabaria sendo cassado pelo golpe militar de 1964 sob a acusação de ser comunista e se exilou voluntariamente até retornar em 1967 articulando com Carlos Lacerda e João Goulart uma Frente Ampla que durou um ano pois JK seria preso em 1968.
JK pretendia voltar à vida política, mas em 22 de agosto de 1976 sua vida terminou no quilômetro 165 da Via Dutra, rodovia federal. O automóvel que conduzia JK, um Opala colidiu com um caminhão carregado de gesso e JK morreu junto do motorista e amigo Geraldo Ribeiro. Essa era a versão oficial até que em maio deste ano uma nova perícia feita pela Comissão da Verdade concluiu que JK foi morto pela ditadura. O relatório com mais de 5 mil páginas contestou a conclusão da época, antes em 2014 foi descartada a hipótese de assassinato.
Brasília, cidade que foi fundada por JK se despediu do fundador com um velório que reuniu multidões na Catedral construída por Oscar Niemeyer e depois sepultado. Cinco anos depois de sua morte foi inaugurado o Memorial JK em Brasília. Sua vida foi tema de muitos livros e em 2006 a TV Globo produziu a minissérie sobre a vida de JK com Wagner Moura e o saudoso José Wilker no papel de Juscelino além de estampar notas de Cz$ 100 em 1986.
Vejamos como a imprensa brasileira cobriu esse acontecimento.

Jornais como o Correio Braziliense, O Globo e Jornal do Brasil deram a notícia em edições atualizadas.
No dia seguinte a despedida em Brasília foi destaque.
Nas revistas Veja lançou uma edição extra que foi encartada na edição da semana e Manchete dedicou boa parte da edição do dia 4 de setembro aos funerais em Brasília.
E aqui um breve resumo da minissérie que a Globo exibiu há 20 anos atrás e eu assisti essa série.



























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