O Contando a História abre os trabalhos em 2026, um ano cheio de efemérides voltando a 2016 pra relembrar um dos maiores nomes do rock, David Bowie que nos deixou no dia de hoje há exatos 10 anos.
Conhecido como Camaleão do Rock o inglês David Bowie começou a chamar a atenção do público em 1969 ao gravar o álbum Space Oddity, dois anos depois gravou os álbuns The Man who sold the world e Hunk Dory, discos que se tornariam influentes. Em 1972 ele surge com um personagem completamente andrógino e extravagante, o alter ego, Ziggy Stardust no álbum The Rise and Fall of Ziggy Stardust and The Spiders from the Mars, no ano seguinte o álbum Aladin Sane leva Ziggy às paradas de sucesso nos Estados Unidos. Em 1975 Bowie emplaca seu primeiro hit no mercado americano, Fame em co-autoria com John Lennon. Em 1976 surge um novo personagem, Thin White Duke aclamado no álbum Station to Station; Veio então a trilogia de Berlim, três álbuns produzidos por Brian Eno com características introspectivas: Low (1977), Heroes (também de 1977) e Lodgfer (1979). Nos anos 80 atinge novo pico comercial com o lançamento do dançante Lets Dance em 1983 e gravou com Freddie Mercury, vocalista da banda Queen Under Pressure, nos anos 1990 e 2000 buscou novas experiências musicais experimentando novos estilos. Em 2003 lança o disco Reality, dez anos depois lançou o disco The Next Day e o último disco é lançado no dia de seu aniversário, Blackstar em 8 de janeiro de 2016. Além de cantor David Bowie também foi ator atuando no teatro na peça O Homem Elefante que ficou em cartaz na Broadway, no cinema atuou nos filmes Merry Christmas Mr. Lawrence, Labirinto - A Magia do tempo e Twin Peaks - Os últimos dias de Laura Palmer.
No dia 10 de janeiro de 2016 dois dias de lançar o disco Blackstar que coincidiu com seu aniversário o cantor morre depois de ter descoberto um câncer no fígado 18 meses antes. Ele morreu em seu apartamento em Nova York e ele manteve a doença em segredo pros fãs que criaram memoriais ao redor do mundo assim que a morte foi confirmada.
Vejamos como a imprensa brasileira registrou a morte do cantor.
O assunto foi capa no Estado de Minas, Estadão e O Globo que destacaram nos cadernos culturais o seu legado musical.
A revista Veja publicou 12 capas diferentes pra homenagear o cantor e essas 12 capas foram distribuídas de forma aleatória pros assinantes (eu era assinante na época) e nas bancas. Eu estava em viagem pra Aracaju e li a edição digital no tablet, na época além de assinar a versão impressa também assinava a versão digital e a capa era animada com as 12 fotos intercaladas por trechos de músicas do cantor e como eu estava fora recebi a capa número 8, só que rasgaram a capa e tive de colar, depois comprei as outras capas até que me desfiz da coleção em 2022.
Aqui temos um compilado de matérias do jornalismo da Globo sobre a morte do cantor.


























0 $type={blogger}:
Postar um comentário